Quinta-feira, 30 de Abril de 2009
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Os inúteis mais bem pagos deste país?

 

 

 

 

 

Professores e GNR´S!

 

Uns de nada servem e outros não servem para nada!



publicado por Sonhador de Alpendre às 16:48
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  Eurodeputado polaco elogia Salazar e Franco
 
 
  Meus Amigos!

Temos uma Constituição da República.
Adequada ou não é a que temos, e é a nossa. Diz-se que está desactualizada, que tem cariz marcadamente marxista, que não é a Constituição de todos os cidadãos …

Deixo aqui um desafio: Criar um novo texto para a nossa Constituição, nos artigos que se entendam desactualizados, ou reformulá-la completamente (a actual Constituição
pode ser lida em www.parlamento.pt/const_leg/crp_port).

“Quando nos queixamos que tudo está mal, e nada fazemos para ajudar a alterar, pecamos por omissão; já ao contrário, quando intervimos apaixonadamente, pecamos
por intromissão”.

Posto o desafio, mãos ao trabalho!

Até sempre.
 
4. Artigo de Opinião
  ECOS DA MAROFA:
Quando esta mensagem chegar às caixas dos estimados lei­tores do PortugalClub terá já passado mais um aniversário -o 35o- da morte do Prof. António de Oliveira Salazar, ocorrida no dia 27 de Julho de 1970. Como é sabido, Salazar esteve no go­verno do nosso país durante 40 anos, 4 como ministro das Finanças e 36 como presidente do Conselho de Mi­nistros, acumulando ainda, durante algum tempo, os car­gos de ministro da Guerra, das Colónias e dos Negócios Estrangeiros.

Passadas que estão estas três décadas e meia sobre o seu passamento, o seu nome continua a incomodar algu­mas pessoas e dele só se tem falado depreciativamente, como se nunca passasse de ser o lobo mau que quer a todo o custo comer o capuchinho vermelho, quando os seus piores detractores sempre defenderam e apoiaram criminosos como Lenine e Estaline, responsáveis pela morte de milhões de inocentes e colocaram no poder em África ditadores culpados por idênticos massacres.

Para se falar de Salazar com alguma justiça, em pri­meiro lugar, temos que nos situar na época em que vi­veu. Nasceu em Vimieiro, Santa Comba Dão, a 28 de Abril de 1889, ano do falecimento do nosso monarca D. Luís e em que iniciou o seu reinado seu filho D. Carlos, que viria a ser assassinado 18 anos mais tarde, juntamente com o príncipe herdeiro D. Luís Filipe. Nessa al­tura e até meados do século passado, já depois do termi­no da II guerra mundial, contavam-se pêlos dedos os países que viviam em democracia e a maior parte dos territórios de África e da Ásia estavam ainda coloniza­dos. Foi uma época em que a Europa - para só falar dela - passou por uma completa desordem, nomeadamente: duas guerras mundiais; lutas entre vários países centro-europeus; desmantelamento do império Austro-Húngaro; a revolução bolchevista e a criação da URSS com o domínio, pela força, dos países do leste; a guerra civil espanhola e a queda da II República; e muitos outros conflitos que causaram a morte a muitos milhões de vi­das humanas. Em Portugal, como já disse , desde a década de 80 do século XIX, viveram-se tempos de alguma confusão e instabilidade com as guerras em África (mapa cor-de-rosa e prisão de Gungunhana), os conflitos entre monarcas e republica­nos que culminou com a implantação da República, na qual, em apenas 15 anos (1911-1926) houve 8 presi­dentes -Sidónio Pais foi assassinado e só António José de Almeida cumpriu o mandato até ao fim - e 45!! Go­vernos. Estivemos envolvidos na I guerra mundial onde perdemos cerca de 7000 homens do CEP-Corpo Expe­dicionário Português, na batalha de La Lys, em 9 de Abril de 1918. A anarquia instalada devido ao desentendimento dos partidos era tal que levou Gomes da Costa, junta­mente com Mendes Cabeçadas, a lançar em Braga o gri­to "Às armas Portugal" que levaria à ditadura militar e mais tarde à ditadura Salazarista.

Salazar era nessa altura professor catedrático de Eco­nomia e Finanças da Faculdade de Direito da Universi­dade de Coimbra e foi chamado por diversas vezes ao governo, mas só veio a aceitar integrá-lo, em 1928, ocu­pando a pasta das Finança, depois dos militares terem aceite as suas condições de ser ele, Ministro das Finan­ças, o único que poderia autorizar despesas. A economia teve então um grande impulso, pois logo no ano seguin­te registou um saldo positivo. Em 1932 ascendeu a Pre­sidente do Conselho e, no ano seguinte, depois de apro­vada a Constituição de 1933, fundou o Estado Novo, como partido único.

As graves perturbações verificadas nas primeiras dé­cadas nos países da Europa, levaram Salazar a adoptar severas medidas repressivas contra os que publicamen­te discordavam da orientação do Estado Novo, tornan­do-se num "ditador", como ele próprio reconheceu. Mas quem o apelida de "fascista" mostra uma total ignorân­cia, senão mesmo má fé. Basta ler os seus documentos, cartas e despachos para se perceber que não só o não era, como abominava quem defendia tal ideologia. Con­siderava até "o comunismo puro" como a "doutrina so­cial mais perfeita criada pelo homem ", mas o regime implantado no leste e seguido por apaniguados em Por­tugal tornara-se "uma perversão do comunismo ideal", pelo que, vaticinava ele, num futuro breve, "iria desmo­ronar-se ". Como consequência era imperioso "combatê-lo e neutralizar os seus militantes ". Como veio a verifi­car-se, Salazar foi um rigoroso profeta.

Sobre as colónias ou ultramar, sabe-se que foi o mentor da filosofia que se sintetizava na expressão "do Minho a Timor", pois tinha a perfeita consciência de que o direito à independência dos povos só era possível pelo desenvolvimento harmonioso das comunidades multi-raciais ali existentes que lhes permitisse, mais tar­de, uma verdadeira independência para Angola, Moçambique, Guiné e até para a índia e Timor, já que Macau era uma situação especial. Quando, já próximo dos anos 60, começaram a soprar ventos da História, Salazar percebeu imediatamente que os movimentos lo­cais não passavam de "marionetas" manipuladas por interesses internacionais, pois as independências foram estimuladas pelo sinergismo de acções comunistas com intenção expansionista daquela doutrina, bem como do plano capitalista dos Estados Unidos. Goa, Damão e Diu serviram de teste para se perceber o comportamento dos Estados Unidos e da Inglaterra que assobiaram para o lado perante a agressão do "pacifista " Nerhu e, muito embora os professores Galvão Teles e Braga da Cruz tivessem ganho, em nome do governo Português, no Tribunal de Haia, recursos que ali foram apresentados, de nada serviu, pois o Direito Internacional só é vinculativo para os pequenos países, já que os grandes só cumprem quando lhes convém. Hoje, nos territórios que estiveram sob administração portuguesa, principal­mente em Angola e Moçambique, que chegaram a ser os mais desenvolvidos de toda a África, grassam a fome e as epidemias, apesar das grandes potencialidades natu­rais que possuem. Todo este retrocesso só veio confir­mar que, também neste aspecto, Salazar tinha razão ao antever o desastre da descolonização.

Muito mais haveria a dizer do antigo Presidente do Conselho, mas só direi ainda que estão a apodrecer na Biblioteca Municipal de Santa Comba Dão (fala-se em crime de lesa história), cerca de 150 caixotes com um vasto espólio constituído por objectos, cartas, livros e manuscritos à espera de se erguer o Museu do Estado Novo, mas o actual presidente da Câmara, o socialista Orlando Mendes, não mostra vontade em erigir o referi­do Museu, pelo que tem vindo a adiar sucessivamente a sua elaboração. História é história e não se pode apagar quem dela faz parte. Direi ainda que o cemitério do Vimieiro, onde Salazar está sepultado, continua a atrair milhares de visitantes por ano. Numa enorme placa de mármore, mandada colocar por um admirador de Mértola, pode ler-se: ''Havemos de chorar os mortos se os vivos o não merecerem" e "Errar é próprio dos homens, mas até à data foi o melhor estadista e mais honesto dos governantes de Portugal". Por Osvaldo Condesso


publicado por Desobediente às 11:33
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Quarta-feira, 2 de Janeiro de 2008
Conceito do Superior Interesse da Criança
 
Este país completamente aglutinado pela globalização maçónica, caminha a largos passos para o desnorte total.
Pretende-se agora em nome do Superior Interesse da Criança que independentemente da sua idade que sejam ouvidos em casos de poder paternal que, by the way, se devia chamar poder maternal já que os juízes entregam de uma forma puramente discriminatória os filhos à mãe.
Sou contra! As crianças são personalidades em desenvolvimento e esta ideia coloca nas suas mãos, não os seus interesses a longo prazo, mas os seus interesses imediatos. Conheço de perto uma separação conflituosa, tendo o pai ficado com as crianças até ao dia que a mãe numa atitude vingativa e sobretudo por receio da solidão e movida por interesses financeiros as resolveu pedir de volta (isto depois de ter dito que o pai dos filhos era um Excelente pai). No espaço curto de uma semana tinha o filho mais novo a dizer que estava cheio de saudades e que queria estar com o pai para noutra semana dizer que já não gostava do pai, quando a mãe os impediu de passar o Natal e Fim de Ano com o pai. Como?
Que se pode esperar ao ouvir uma criança cuja mãe lhe compra um telemóvel (que o pai acha perfeitamente escusado pelos prejuízos dai resultantes) o deixa almoçar às quatro da tarde aquilo que ele quiser ou que esteja à mão (contra um pai que escolhe com cuidado a diversidade alimentar e a horas certas) o deixa sair para a rua sempre que ele quer para jogar futebol ou andar de bicicleta mesmo que esteja a chover? Só se pode esperar uma coisa, que a criança opte pelo que lhe parece ser mais fácil, inquinada pela mãe a dizer-lhe que perderá tudo aquilo se regressar ao pai!
Então, se a criança for ouvida é claro que irá dizer que com a mãe é que quer estar. Poderia estar aqui a citar inúmeros exemplos sobretudo os que reflectem casos que conheço e que porventura até são incomuns se olharmos para generalidade dos pais que se estão nas tintas para quem fica com os filhos, porque preferem seguir a sua vida sem mais incómodos.
Agora vamos a ideias em substituição de mais criticas. Eu até opto nem que seja inspirado pela experiência factual que muitos problemas seriam ultrapassados se a terapia familiar existisse e funcionasse, por vezes, senão a maioria das vezes, isso permitiria que os casamentos não se dissolvessem com evidente benefício para os filhos e para o espírito familiar. Muitos casamentos terminam por falta de diálogo, por falta de auto-estima própria em que um espera do outro toda a atenção ao mesmo tempo que o outro espera exactamente o mesmo, sem terem inteligência emocional para entender o que se passa e dialogarem manifestando a sua frustração. Regra geral a insegurança pessoal condena o casamento e um acompanhamento pedagógico resolveria muita coisa.
Depois seria de todo útil que e no caso em que ambos os pais separados pretendem educar os filhos que fosse observado in loco por técnicos formados para o efeito os relacionamentos com os filhos, porque por muito que se finja, por vezes num simples jantar ou numa brincadeira se percebe qual o tipo de relacionamento e de comportamento existente entre os pais e os filhos. Uma análise cuidada aos hábitos rotineiros e um questionário apropriado permitiria perceber qual dos pais tem mais condições educacionais, culturais, emocionais, sociais e afectivas para dar continuidade a um projecto educacional para os filhos.
Quantos pais não conhecemos que nos parecem excelentes pessoas, mas que na intimidade relacional deixam escapar as suas angústias, as suas ansiedades, inseguranças prejudicando com isso o natural desenvolvimento dos filhos.
 
Poderia ser rápido, evitando a morosidade da justiça, poderia até ser pago pelos próprios pais (os que pudessem claro) e poderia até concluir-se que os filhos poderiam ser educados em conjunto evitando situações em que um dois pais nunca mais consegue exercer o seu direito de ser pai, porque ser pai de 15 em 15 dias, não é ser pai. Deixar um pai ou a uma mãe nas mãos de um juiz que decide apressadamente e perante os considerandos que lhe chegam à mão é condenar futuros adultos a serem maus pais.


publicado por Desobediente às 12:19
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Domingo, 9 de Dezembro de 2007
SENHORES JUÍZES, CAGO-ME EM VOCÊS E NA VOSSA PREPOTÊNCIA!!!
 
O 25 de Abril esqueceu-se dos juízes. Pior, criou ainda mais juízes. Os juízes decidem. Bem ou mal mas decidem, com apelo e agravo é certo, mas decidem. Claro que por vezes decidem mal, por isso existem as relações, os supremos, os constitucionais e ate os europeus a rectificar algumas das muitas más decisões. Os juízes podem enganar-se e mandar uma pessoa para a cadeia enquanto mamam umas bejecas e mordiscam uns hambúrgueres ao mesmo tempo que discutem os resultados da bola ou a evolução da novela das nove.
Os juízes são prepotentes, mal-educados, arrogantes, tratam as pessoas mal, humilham-nas, sejam culpadas ou não. Alguém no Conselho Superior da Magistratura devia dizer a estes senhores que o bom senso e a sensibilidade fazem por vezes maravilhas, podem até ser o começo de uma reabilitação qualquer. Mas estes filhos da puta preferem reduzir as pessoas a uma insignificância pouco humana, estes montes de merda necessitam de ser assim para se fazerem respeitar, quando são os primeiros a não respeitar.
Disse que o 25 de Abril se esqueceu dos juízes, e disse-o porque mexeu-se em tanta coisa, saneou-se tanta gente, mudou tanto sistema e só estes gajos é que ficaram na mesma. Parece-me que se esqueceram deles. Mas digo mais, esquecerem-se deles no 25 de Abril e esquecerem-se deles agora,?! E digo agora, no tempo da caça às bruxas, no tempo de acabar com a corrupção. Ups! Falei de corrupção? Se uns desses filhos da puta me lê, não tenham duvida que estou metido em sarilhos. E em sarilhos porque estes gajos não perdem uma oportunidade de mostrar que com os juízes ninguém se mete. Com os juízes não há liberdade de expressão. Fazem gala em mostrar que são INTOCÁVEIS, que até podem prender uma pessoa porque não lhe deu a vez para levantar o dinheiro no Multibanco (Sim, já aconteceu!). Por isso ninguém lhes toca, e existem juízes corruptos, mas disso ninguém fala e é pena.   


publicado por Desobediente às 00:44
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Sexta-feira, 16 de Novembro de 2007
HÁ COISAS QUE NÃO ENTENDO... E QUE ME ENOJAM.

"A publicação dos comentários depende de aprovação.

Não serão publicados comentários:

1 - De teor racista ou homofóbico ou que façam a apologia do fascismo ou do nazismo;
2 - Que se traduzam num apelo à violência ou que façam ameaças ao dono deste blogue ou a terceiros;
3 - Insultuosos;
4 - Difamatórios ou que revelem a vida privada de terceiros;
5 - Com assinaturas falsas usando o nome de figuras públicas ou de outos participantes na blogosfera;
6 - Que sejam publicitários ou apenas pretendam anunciar blogues;
7 - Que pela sua repetição ou dimensão pretendam dificultar a leitura da caixa de comentários;
8 - Que não cumpram a lei;
9 - Que não tencionando participar no debate apenas pretendam mostrar desprezo ou ódio pelo autor do blogue ou por outros comentadores.

Os comentadores que de forma repetida desrespeitem estas regras deixam de ver os seus comentários publicados.

Caso tenha cumprido estas regras e o seu comentário não esteja publicado é porque espera aprovação. Se a não publicação continuar recarregue esta página e verifique de novo ou escreva para bloguearrastao arroba yahoo ponto com alertando para o sucedido."

Fui há dias ao blogue arrastão, por causa da polémica Juan Carlos/Chavez e ao pretender comentar, assisti a este bom exemplo de ditadura bloguista. enojei-me de tal forma com esta forma hipócrita de estar na vida. Não sei se este Daniel Oliveira tem alguma coisa a ver com esse puto alto que aparece num qualquer programa de apanhados e limpeza/promoção de imagem ou seja o que aquilo é que não perco tempo a ver televisão e porque os meus putos vêem televisão ao fim de semana, já me cruzei com o programa.

Poucos comentário há a fazer a leitura das regras define bem do carácter do autor do blogue que espalha de uma forma demagoga e presunçosa. Ele insulta, ele difama, ele promove-se, tem atitudes de pura esquizofrenia paranóide, ele censura, ele odeia, ele despreza...

 

Uma coisa é certa o meu comentário não seria censurado limitava-me a dizer que o rei Juan Carlos é um senhor preparado para o lugar que exerce e legitimado pelo governo  epelo povo que lhe devolveu aquilo que Franco lhe retirou. E que o Chavez é um novo Sadam/Hitler e que anda a ser apapricado um pouco por todo o lado quando no seu país anda meio mundo a raptar, a roubar e a assasinar a outra metade.

Mas não resolvi vir ao meu canto desobedecer que aqui apesar de defender ideias ditatoriais muito próprias não existe censura.  

 

  



publicado por Desobediente às 22:12
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Quarta-feira, 24 de Outubro de 2007
SENHORES DA BANCA IDE-VOS FODER COM AS VOSSAS MÃES!!!
 
 
Muito gostava eu ser adoptado pelo senhor Jardim Gonçalves, porque hoje em dia ter um pai com arcaboiço financeiro para pagar uma divida que ate já estava perdoada (bancos a perdoarem dividas!?!?!?) de 12,500 milhões de euros!!!
 
Eu até conheço Jardim Gonçalves, ou antes já tive a oportunidade de trocar algumas palavras em duas ou três ocasiões. Gostei do homem que se me apresentou, claro que a educação pode camuflar muito coisa e desses encontros só fiquei com uma ideia agradável da personagem. Não foi tempo nem assunto suficiente para poder aferir do seu carácter nem pouco mais ou menos. Simplesmente parecia ser um gajo acessível e simpático opinião corroborada por alguns funcionários do banco.
 
Serve de mola esta introdução para falar sobre outro tabu que corre nos nossos vergonhosos tempos; A banca versus clientes.
Se perguntar aquém devia saber da poda para onde vão os milhares de milhões que os bancos facturam anualmente, ninguém lhe saberá dizer, partindo do principio que não ficam em Portugal, já seria o suficiente para eu ficar preocupado. Mas a minha luta é outra, quando penso que um ano de lucros (!!!) da banca daria para resolver os créditos mal parados (Aqui é que um perdão dava mesmo muito jeito) de todos os clientes particulares, fico de facto revoltado.
Apetece pegar em todos estes milhares de portugueses que são roubados (sim! Disse roubados) indecentemente e à descarada pelos bancos e entrar em magotes pelas agências dentro e depositar em cima do balcão todas as medalhas e troféus (Ui! E aqui em casa há tantos!!) que tenham lá por casa e fazer como o Felipe Jardim até à intervenção “papal” como se convencessem alguém que estamos a falar de gente séria.
 
Todos nós conhecemos casos mais ou menos calados, porque os portugueses ainda tem o hábito salazarista cada vez mais em desuso de ter vergonha quando devem a alguém, porque situações há em que as pessoas caíram na esparrela colorida pelos anúncios apelativos em autenticas burlas. Quem neste país ainda não foi bombardeado por um fato e gravata do Citty Bamk ou pelos terroristas da Cetelem e afins.
 
Conheço casos de gente que passou um cheque de 15 euros e porque o patrão se atrasou a pagar o ordenado por uns dias viu-se obrigado a pagar uma coima de 30 euros por cheque passado sem provisão. (Isto só tem um nome; ROUBO!!!)
 
O que constituem as despesas de a manutenção senão roubos, as cópias de extractos cobradas, se quiser levantar dinheiro (o seu dinheiro!!!) tem que pagar!!!
As comissões !??! cada operação tem uma comissão, isto e os juros sobre juros, a canalhice e falta de vergonha é tal que transferem ilegalmente (A gente arrisca a ver se pega, mas sabemos que não o podemos fazer, dizia gente amiga a trabalhar na banca) dinheiro de umas contas para outras sem dar cavaco, desorganizando a vida de pessoas que vivem com a miséria de ordenado mínimo. O Governo que esgravata até as gorjetas, as doações (eu não posso dar dinheiro aos meus filhos sem que eles o declarem às finanças !?!?!?) tapa os olhos cúmplices desta pouca vergonha feita por meia dúzia de administradores (que praticamente ninguém sabe quem são).
 
Pessoalmente tenho cá as minhas guerras, uma delas fui vigarizado e conto sumariamente, em 1998 comprei um crédito à Caixa de Crédito Agrícola Mútuo, na altura banco simpático com gente séria, honesta e sobretudo humana. Acordo selado paga a importância, escritura feita por um advogado avençado por eles e tudo seguiu para o tribunal onde o crédito se encontrava. Dez anos depois saiu a decisão do Juiz, uma montanha de euros a menos por força de um texto mal realizado pelo incompetente do advogado, claro que os funcionários do banco pouco ou nada entendem de leis (por isso têm advogados avençados). Quando fui reclamar (a direcção e a gerência já não é a mesma e os princípios também se alteraram) apesar de me reconhecerem verbalmente razão empurraram-me para o advogado (que entretanto o banco dispensou, deve ter sido pela competência) que claro lavou as mãos do assunto dando em resposta escrita um chorrilho de mentiras e insultos. Aguardo serenamente encontrar um advogado competente que não me cobre aquilo que os únicos competentes neste país cobram para enfrentar este papão, valores que vão dos 15.000 aos 50.000 euros.
Justiça? Não! Acesso à justiça? Não! Os bancos são entidades idóneas? Não! Se me reconheço neste país Não! Não! Não!
Mais gente como eu houvesse e era agora que se fazia uma revolução a sério, com tiros e tudo!
    


publicado por Desobediente às 11:23
editado por Sonhador de Alpendre em 17/11/2007 às 20:27
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Sábado, 22 de Setembro de 2007
SENHORES PROFESSORES, VÃO-SE FODER!
(Com este texto inicio uma nova tag... o “Vão pró caralho que os foda!!!” Hoje os professores)
 
Com três filhos em idade escolar 12 anos consecutivos de escola a sério mais outros 2 de escola a brincar, perfazem 14 anos seguidos. Se juntarmos a isto os anos de escolaridade de cada um deles temos mais 13 anos a sério e mais 5 de brincadeira o que dá o total de 25 anos de escola a sério, mais 7 anos de escola a brincar. Sou um encarregado de educação veterano.
E é do alto desse estatuto e perdoem-me a linguagem, que afirmo em voz alta que actualmente e de há uns anos a esta parte, a classe dos professores outrora prestigiada é hoje uma classe de merda, salvam-se claro raras excepções e a essas eu manifesto todo o meu apoio, e para aferirem da minha sensibilidade e isenção nestas coisas há uns tempos atrás uma professora estava a ser autenticamente perseguida pelos pais tal era a quantidade de faltas que ciclicamente dava, era de facto por fases, veio a saber-se que tinha um irmão em fase terminal numa inglória luta contra um cancro, a mulher andava arrasada e por vezes era obrigada a faltar para poder acompanhar o irmão nas sessões de quimio e respectivas ressacas. Os pais na sua grande generalidade não baixaram os braços ao drama pessoal da professora o que me levou a escrever-lhe uma carta a nível pessoal pedindo desculpa pelo comportamento generalizado dos pais mas que da minha parte e em nomes de todos lhe manifestava apoio, compreensão e solidariedade. Fi-lo então e voltaria a fazê-lo hoje, apesar da senhora professora nem uma resposta de agradecimento pelas palavras deu, como mandam as mais rudimentares regras de boa educação e respeito.
Tal como nos outros anos mas este talvez esteja mais motivado do que noutros em que por norma deixo assentar a poeira e só lá mais para o inicio de Novembro é que começo de facto a tentar analisar porque raio não abandonei o país a seguir ao 25 de Abril, tal é o estado de coisas a que isto chegou. Mas chego sempre a mesma conclusão, Amo o meu país.
A base de sustentação da evolução de um país é a Educação. Sem dados concretos para fazer a afirmação seguinte, diria que a média de idades dos professores rondará os trinta e poucos anos, portanto os filhos de Abril estão no “governo” da educação dos nossos filhos. Nunca se viu tanta desconsideração pelas crianças e respectivos encarregados de educação e pais, como agora. Nunca se viu tanta indisciplina como agora. Eu fico, apesar de ser um veterano, de boca aberta durante infindáveis minutos quando me vejo no meio de um corredor na hora de intervalo de uma escola quer básica, quer de primeiro ciclo, desculpem-me a comparação, mas nem na cidade dos macacos do jardim zoológico se vê tamanha algazarra perante a impavidez quer dos empregados quer dos professores, numa postura que me preocupa, pois estes miúdos vão ser os governantes, professores, policias, médicos, advogados, mais os eteceteras que constituem o amanhã deste país cada vez mais uma província desta patética Europa em desesperada tentativa de imitar os Estados Unidos da América.
Tenho vários filhos a estudar e calhou-me em sorte tipo euromilhões que as quarta e quintas-feiras todos eles tem as tardes livres, excelente, magnifico. Organizamos em menos de uma semana os horários com as actividades extra as explicações a possibilidade de almoçarem juntos.
Mas não!
Uma professora daquelas que querem emprego e concorrem desesperadas ao primeiro que aparece resolveu mudar o seu horário de sexta para quinta e depois de auscultar alguns alunos e percebendo que iria encontrar alguma resistência fui directa ao conselho executivo e pronto está decidido. Mude-se os horários da senhora professora. 
 


publicado por Sonhador de Alpendre às 18:33
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Sexta-feira, 20 de Julho de 2007
É isto democacia!

António Costa ganhou as eleições para a Câmara de Lisboa.

Teve pouco mais do que 50.000 votos.

O que corresponde a menos de 10% do eleitorado.

É uma enorme minoria.

É por estas e outras que eu acho a democracia a pior das ditaduras....


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publicado por Desobediente às 00:19
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Terça-feira, 29 de Maio de 2007
AINDA O ABORTO
 
Não resisto, com a devida vénia, a transcrever uma coisa que li no Blogue do Barão da Lapa (!?) http://baraodalapa-bisturi.blogspot.com.
  
Ainda a propósito do referendo sobre o aborto, pomposamente chamada pelos seus defensores como interrupção voluntária da gravidez ou ainda mais cuidadosamente apelidada de tratamento da gravidez pelas clínicas do negócio do aborto, vem o ministro da saúde dizer que o sns tem capacidade para acolher as mulheres que queiram abortar. Para quem, como eu, trabalha no sns, não se vê como se vão conseguir camas, salas de aborto, recobro pós-aborto e médicos, para satisfazer a ânsia de liberdade das mulheres. E subscrevo por inteiro o que disse o presidente da Ordem dos Médicos: a esmagadora maioria dos médicos não vai violar o Juramento que fez no início da vida clínica, quando disse que a vida humana é inviolável e lhe cabe defendê-la em todas as ocasiões. Cabe aos médicos defender a vida do embrião quando a própria mãe o quer matar. Não há atitude mais nobre na mais nobre das profissões.
 
Aborto
Então, sim. A mulher tem agora o direito de dispor do seu embrião como bem entender. Então, sim. Estamos agora mais europeus. Então, sim. Agora, só terá filhos quem quiser. Tudo muito bonito. Mas, os direitos do embrião, que não tem voz nem o Louçã para falar por ele? Que não tem qualquer escolha senão ser assassinado com o beneplácito das histéricas fornicadoras que querem o gozo mas não as responsabilidades. Que, sendo vida humana, é tão respeitável como a mulher que quis ter sexo e não mediu as consequências do seu acto. E porque não matarmos todos os velhos com mais de 70 anos por serem um peso para a nossa economia? Há diferença entre um embrião humano, sublinho, humano e um velho de 70 ou 80 anos, no que respeita ao direito à vida e à inviolabilidade dessa vida? A diferença è que um velho não se deixa matar facilmente, enquanto que um embrião só tem a mãe a defendê-lo. Mas quando é a própria mãe que o mata, porque ele será um empecilho para ela, então o embrião humano está à mercê das abortadeiras deste mundo. Ontem demos um passo atrás nos nossos valores mais sagrados, o direito à vida e a inviolabilidade dela. Resta esperar que as mães de potenciais Louças e Odetes Santos e quejandos abortem muito e sempre para que criaturas semelhantes, que são uma chaga na nossa sociedade desapareçam sem deixar rasto. Que vergonha, senhor Sócrates, que exemplo de humanismo, senhores do PS. Assim, não pode haver esperança num mundo melhor. Assim, não!
 


publicado por Desobediente às 11:56
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Segunda-feira, 28 de Maio de 2007
81 anos depois da Revolução....

Consolidada a vitória do golpe, as forças vitoriosas, comandadas pelo general Gomes da Costa montado no seu cavalo, desfilam a 6 de Junho de 1926 pela Avenida da Liberdade, em Lisboa. Recebem então o aplauso da esmagadora maioria do lisboetas, cansados da instabilidade e traumatizados pelos constantes golpes e contra-golpes e pelos atentados terroristas que ao longo de toda a década se tinham sucedido a um ritmo alucinante. Era mais uma vez a recorrente regeneração nacional que se perfilhava no horizonte qual luz ao fim do túnel em que a desacreditada Primeira República Portuguesa desembocara.

Em consonância com os tempos que se viviam na Europa, o novo poder assumiu-se como anti-parlamentar, atribuindo as culpas do caos que se instalara no país à politica partidária e ao jogo do parlamentarismo. Assim, assume-se como uma ditadura militar, que em pouco tempo se passou, em desafio claro ao parlamentarismo democrático, a auto-denominar a Ditadura Nacional, encarnando um regime militar progressivamente mais autoritário.

Numa das suas primeiras medidas, o general Gomes da Costa dissolveu o parlamento, instituição então muito vilipendiada e acusada de ser principal causador da instabilidade política, e suspendeu as liberdades políticas e individuais. No entanto, a nova ditadura era instável porque o movimento militar não tinha projecto político definido e não conseguiu resolver os problemas económicos.

A Revolução de 28 de Maio de 1926, Golpe de 28 de Maio de 1926 ou Movimento do 28 de Maio, também conhecido pelos seu herdeiros do Estado Novo por Revolução Nacional, foi um pronunciamento militar de cariz nacionalista e anti-parlamentar que pôs termo à Primeira República Portuguesa, levando à implantação da auto-denominada Ditadura Nacional, depois transformada, após a aprovação da Constituição de 1933, em Estado Novo, regime que se manteve no poder em Portugal até à Revolução dos Cravos de 25 de Abril de 1974. A revolução começou em Braga, comandada pelo general Gomes da Costa, sendo seguida de imediato em outras cidades como Porto, Lisboa, Évora, Coimbra e Santarém. Consumado o triunfo do movimento, a 6 de Junho de 1926, na Avenida da Liberdade, em Lisboa, Gomes da Costa desfila à frente de 15 mil homens, sendo aclamado pelo povo da capital.

Para resolver a situação económico-financeira, o novo regime, em 1928, convidou o professor coimbrão António de Oliveira Salazar para assumir as funções de Ministro das Finanças. Salazar passou a anunciar um milagre financeiro, com o equilíbrio das finanças públicas e estabilidade do Escudo português, ganhando um progressivo domínio sobre a estrutura política, e depois militar, do novo regime. Em consequência, foi nomeado Presidente do Conselho de Ministros (Primeiro-Ministro), em 1932. Com esta nomeação, em linha com o crescente peso do nacionalismo e do fascismo na Europa, o regime foi-se estabilizando e ganhando um pendor cada vez mais autoritário e repressivo, organizando-se como um Estado corporativista.

Foi assim que iniciado como mais um levantamento no seio da Primeira República Portuguesa, o golpe de 29 de Maio de 1926 veio originar o Estado Novo, um sistema político autoritário, anti-demoliberal e anticomunista, nacionalista e corporativista, no contexto de uma lógica formalmente republicana que era concretizada, no dizer do manifesto da União Nacional de 1930, na ideia de uma Republica Nacional e Corporativa.

A transição completou-se com a aprovação da Constituição de 1933, a qual institucionalizou o Estado Novo, o herdeiro natural de Revolução Nacional, nome pelo qual o golpe de Estado do 28 de Maio de 1926 foi rebaptizado, regime que se manteria com poucas mudanças até à Revolução dos Cravos de 25 de Abril de 1974.

 

In Wikipédia



publicado por Sonhador de Alpendre às 13:55
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